• Sabemos que o medo é utilizado por anos para manipular e criar sistemas sociais que não trazem progresso nas questões fundamentais do ser humano, como amar mais, e obter conhecimento para resolver nossos problemas.
    O acesso ao conhecimento científico é burocrático e busca do conhecimento é desencorajada a todo momento em diversos países subdesenvolvidos e de forma peculiar na cultura brasileira.
  • Acreditamos que toda guerra, injustiça e miséria vem da falta de conhecimento científico e arte.
  • Acreditamos que toda forma de arte e conhecimento devem ser valorizadas e respeitadas.
  • E que o acesso ao conhecimento e expressões artísticas, deve ser ilimitado para todos.
  • Reconhecemos que os sistemas de informação tem um papel fundamental para permitir que mais pessoas tenham acesso ao conhecimento, à arte e se organizem de maneira mais justa, baseada em respeito ao invés da competição e exploração.
  • Em termos práticos os sistemas de informação, aliados aos dispositivos de interação cada vez mais completo e acessível, permitem o acesso ao conhecimento ilimitado, acesso a grandes manifestações artísticas, e promovem o fim de empresas que tratam o consumidor como otário, assim como excluem o consumidor anti-ético que só quer “tirar vantagem”.
  • Dessa forma, nós, como desenvolvedores de sistemas, temos o dever moral de contribuir com um mundo melhor, promovendo a criação de sistemas que tenham como base laços sociais baseados no amor, respeito e compartilhamento de conhecimento e arte, afim de tornar empresas e organismos sociais mais eficientes.

 

Contribuições diretas e indiretas: Fernando Bravo Elias, Aaron Swartz, Sócrates, Piotr Kropotkin, René Descartes,Steven Levy, ET Bilu  Canal do Otário, Bruno Souza JavaMan, Otávio Gonçalves de Santana.